Entrevista Exclusiva: Fazendo bebês com Janet Jackson
O próximo álbum de Janet Jackson, Discipline (que sai 26 de fevereiro) é cheio de ótimas faixas dançantes, mas já que o dia dos namorados está chegando, pensamos em acalmar as coisas para uma conversa exclusiva com a diva. Abaixo, nós questionamos Janet sobre suas canções lentas ou sexys (ou como elas são frequentemente identificadas baby-making-songs) de sua carreira, desde a primeira que criou o molde ”Funny How Time Flies (When You’re Having Fun)” do álbum de 1986, Control, até a faixa título de seu novo álbum. Nada esteve fora da pauta musicalmente (faixas de álbum, b-sides, e sucessos das paradas, todas foram citadas) nem em matéria de assuntos (as baby-making-songs geralmente lembram o ato de, bem, fazer neném). As coisas começam a esquentar agora:Primeiro, vamos falar sobre “Funny How Time Flies (When You’re Having Fun).” Ela foi um protótipo de uma canção baby-making.Eu mesma era uma criança quando gravei esta música. Eu escutei pessoas dizendo que ela tinha um feeling Jackson, remanescente do que meus irmãos fizeram no passado, musicalmente falando. E eu acho que ela tem mesmo. Pensando nela naquela época eu achava que não, mas ao ouvir hoje eu penso que é verdade. Eu estava dando às pessoas uma chance de conhecer um outro lado de mim. Apenas um vislumbre de um mundo que eles veriam muito mais tarde.
E quanto a "Someday Is Tonight"? Eu sempre pensei nela como uma sequência de "Let’s Wait Awhile."
E foi! Muitas pessoas creditam o vídeo de “Love Will Never Do (Without You)” como sendo seu portão de entrada no mundo sexy, mas para mim o álbum janet. foi preparado inicialmente por essa canção.
Você está absolutamente certo. Você é a primeira pessoa a dizer isso. Eu me senti uma pouco mais confortável em deixar as pessoas entrarem no meu mundo. "Someday Is Tonight” é uma continuação de, “OK, agora que você esperou tanto tempo…” E eu mesma digo na música, “Eu sei que prometi que faria a espera valer a pena/ A espera acabou, por favor não hesite.” Alguém me disse há muito tempo atrás que o álbum janet. era sexy demais: "Que mensagem você quer passar aos jovens? Você disse que válido esperar!" E eu disse, “Bem, eu já tenho mais de 20 anos, quanto tempo você ainda quer que eu espere?”
E quanto a “The Body That Loves You,” falando no álbum janet.?
Você está trazendo à tona assuntos dos quais ninguém fala! Eu amo “The Body That Loves You.” Ela tem um clima paradisíaco. Não é brasileira, mas tem um pouco do clima daquele lugar nela. Um dos meus gêneros musicais favoritos é a música brasileira. Eu começei a apreciá-la quando tinha meus 14 anos. E também o jazz. Tanto quanto eu amava Stevie Wonder e a música de meus irmãos, eu escutava Astrud e João Gilberto, Gilberto Gil e Maria Bethânia. Eu ficava dizendo pra mim, "Você tem que fazer algo assim" [”The Body That Loves You”] foi o mais perto que eu cheguei desse estilo. Eu ainda farei algo assim. Eu nunca alcancei aquele som do jeito que eu quero. 'Body' tem esse frescor, esse jeito relax, como estar deitado numa praia oceânica, apenas curtindo esse sentimento. Para mim, é uma linda canção.
Durante “Anytime, Anyplace”, você fala de não se importar com quem está em volta, e fazer coisas em público. Como é escrever sobre seus gostos sexuais dessa maneira? É uma opinião permanente ou somente um reflexo daquele momento da sua vida? O seu desejo sexual tomou outras formas?
É como eu me sentia naquele momento, e isso pode mudar. E tem mudado, e algumas vezes eu resgato algumas coisas. Eu provei daquilo e quis escrever a respeito, sobre não me importar com quem estivesse em volta, e estar em público daquele jeito.
E quanto a “’70s Love Groove”?
Eu fui a Minneapolis para gravá-la e eu não estava relaxada o suficiente. Quando gravamos, sempre há champagne ou vinho em algum lugar, porque sempre comemoramos no fim do projeto. O Jimmy pegou uma garrafa e disse: "Aqui, você vai tomar uma taça de vinho", e eu disse "Uma taça de vinho porquê?", ele continuou, "Você não está relaxada o suficiente, não está solta", eu disse, "Não mesmo Jimmy?", e ele, "Não!". Ele me deu o vinho e eu tomei uma taça, uma taça e meia talvez. No final da música minha cabeça estava caída sobre o microfone e eu ainda cantando. Eu estava bem relaxada cantando “70s Love Groove.”
Twenty Foreplay?
"É uma lembrança bastante doce para mim, quando eu penso sobre o que aquela música realmente falava, e eu não posso falar pois não devo citar aquela pessoa. Há uma certa esperança em “Twenty Foreplay,” e eu também ouço a tristeza nela, e fico triste. Mas eu amo essa canção.
“Rope Burn”?
Eu amo “Rope Burn.” Algumas pessoas me perguntam a respeito daquelas coisas sobre Sado-Masoquismo, e este é um assunto no qual eu toco em 'Discipline'. Eu acho que você leva as coisas até onde você quer que elas vão. Muitas pessoas curtem essa música de verdade. Alguns gostam muito, outras um pouco menos. Eu tive meus momentos. Alguns foram bem mais pesados que outros. Algumas vezes eu quero ser mais 'light'. E “Rope Burn” é sobre estar no meio termo disso tudo.
“When We Oooo”?
Eu amo essa música. Eu não a escuto desde que a gravei. Ela tem um groove delicioso.
Falando de “Would You Mind,” você já enfrentou alguma crítica a respeito da frase “Venha pra dentro de mim”?
Não. Mas eu disse isso bem mais de uma vez. Quero dizer, em meu álbum. Algumas vezes é falado ou sussurrado. Mas não, nunca tive problemas com isso e espero não ter. É tudo parte do amor. Eu acho que todos já estivemos lá em certo ponto, e eu sou bem aberta pra falar disso.
No álbum Damita Jo, há “Warmth” e “Moist.” Elas estão agrupadas como algum tipo de, hummmm, seção oral?
Sim. É porque minha vez vem logo depois da dele.
“Warmth” sempre me fez viajar, pois há uma parte na música onde parece que você estava cantando com algo na sua boca. Aquilo foi intencional, certo?
Sim, HAVIA algo na minha boca.
“Take Care”?
Ela tem um pouco de sensual, mas tem também algo de muito inocente. Eu amo essa parte. Os dois juntos. A dualidade.
E finalmente, voltando ao presente, há “Discipline.” É a única baby-making-song no novo álbum?
Eu coloquei apenas uma dessa vez. Eu gravei outra, mas não vou colocá-la. Talvez ela venha como bônus. Há uma outra canção que vem depois [da faixa-título]. Ela tem um clima sensual com certeza, poeticamente falando, ela pinta exatamente a figura do que eu faço no palco e leva isso pra dentro do quarto. Mas ela é mais rápida que “Discipline” e se chama “Curtains.”
Alguma opinião sobre a canção “Discipline” propriamente dita?
Alguém questionado sobre ser disciplinado, sobre ter controle, e deixar-se dominar completamente e mesmo assim ser disciplinado. Eu acho que há uma certa disciplina em deixar-se dominar. Eu não me importo em desempenhar qualquer dois dois papéis. Eu não me importo, como meus amigos dizem, em ser passiva e não ser sempre ativa. Eu acho interessante trocar. Eu adoro ser agradada, mas é legal trocar os papéis e ser mais submissa e ter alguém que te diga o que fazer.
Fonte: Vh1
Tradução e adaptação: Peterson (Comunidade JJ News)
O próximo álbum de Janet Jackson, Discipline (que sai 26 de fevereiro) é cheio de ótimas faixas dançantes, mas já que o dia dos namorados está chegando, pensamos em acalmar as coisas para uma conversa exclusiva com a diva. Abaixo, nós questionamos Janet sobre suas canções lentas ou sexys (ou como elas são frequentemente identificadas baby-making-songs) de sua carreira, desde a primeira que criou o molde ”Funny How Time Flies (When You’re Having Fun)” do álbum de 1986, Control, até a faixa título de seu novo álbum. Nada esteve fora da pauta musicalmente (faixas de álbum, b-sides, e sucessos das paradas, todas foram citadas) nem em matéria de assuntos (as baby-making-songs geralmente lembram o ato de, bem, fazer neném). As coisas começam a esquentar agora:Primeiro, vamos falar sobre “Funny How Time Flies (When You’re Having Fun).” Ela foi um protótipo de uma canção baby-making.Eu mesma era uma criança quando gravei esta música. Eu escutei pessoas dizendo que ela tinha um feeling Jackson, remanescente do que meus irmãos fizeram no passado, musicalmente falando. E eu acho que ela tem mesmo. Pensando nela naquela época eu achava que não, mas ao ouvir hoje eu penso que é verdade. Eu estava dando às pessoas uma chance de conhecer um outro lado de mim. Apenas um vislumbre de um mundo que eles veriam muito mais tarde.
E quanto a "Someday Is Tonight"? Eu sempre pensei nela como uma sequência de "Let’s Wait Awhile."
E foi! Muitas pessoas creditam o vídeo de “Love Will Never Do (Without You)” como sendo seu portão de entrada no mundo sexy, mas para mim o álbum janet. foi preparado inicialmente por essa canção.
Você está absolutamente certo. Você é a primeira pessoa a dizer isso. Eu me senti uma pouco mais confortável em deixar as pessoas entrarem no meu mundo. "Someday Is Tonight” é uma continuação de, “OK, agora que você esperou tanto tempo…” E eu mesma digo na música, “Eu sei que prometi que faria a espera valer a pena/ A espera acabou, por favor não hesite.” Alguém me disse há muito tempo atrás que o álbum janet. era sexy demais: "Que mensagem você quer passar aos jovens? Você disse que válido esperar!" E eu disse, “Bem, eu já tenho mais de 20 anos, quanto tempo você ainda quer que eu espere?”
E quanto a “The Body That Loves You,” falando no álbum janet.?
Você está trazendo à tona assuntos dos quais ninguém fala! Eu amo “The Body That Loves You.” Ela tem um clima paradisíaco. Não é brasileira, mas tem um pouco do clima daquele lugar nela. Um dos meus gêneros musicais favoritos é a música brasileira. Eu começei a apreciá-la quando tinha meus 14 anos. E também o jazz. Tanto quanto eu amava Stevie Wonder e a música de meus irmãos, eu escutava Astrud e João Gilberto, Gilberto Gil e Maria Bethânia. Eu ficava dizendo pra mim, "Você tem que fazer algo assim" [”The Body That Loves You”] foi o mais perto que eu cheguei desse estilo. Eu ainda farei algo assim. Eu nunca alcancei aquele som do jeito que eu quero. 'Body' tem esse frescor, esse jeito relax, como estar deitado numa praia oceânica, apenas curtindo esse sentimento. Para mim, é uma linda canção.
Durante “Anytime, Anyplace”, você fala de não se importar com quem está em volta, e fazer coisas em público. Como é escrever sobre seus gostos sexuais dessa maneira? É uma opinião permanente ou somente um reflexo daquele momento da sua vida? O seu desejo sexual tomou outras formas?
É como eu me sentia naquele momento, e isso pode mudar. E tem mudado, e algumas vezes eu resgato algumas coisas. Eu provei daquilo e quis escrever a respeito, sobre não me importar com quem estivesse em volta, e estar em público daquele jeito.
E quanto a “’70s Love Groove”?
Eu fui a Minneapolis para gravá-la e eu não estava relaxada o suficiente. Quando gravamos, sempre há champagne ou vinho em algum lugar, porque sempre comemoramos no fim do projeto. O Jimmy pegou uma garrafa e disse: "Aqui, você vai tomar uma taça de vinho", e eu disse "Uma taça de vinho porquê?", ele continuou, "Você não está relaxada o suficiente, não está solta", eu disse, "Não mesmo Jimmy?", e ele, "Não!". Ele me deu o vinho e eu tomei uma taça, uma taça e meia talvez. No final da música minha cabeça estava caída sobre o microfone e eu ainda cantando. Eu estava bem relaxada cantando “70s Love Groove.”
Twenty Foreplay?
"É uma lembrança bastante doce para mim, quando eu penso sobre o que aquela música realmente falava, e eu não posso falar pois não devo citar aquela pessoa. Há uma certa esperança em “Twenty Foreplay,” e eu também ouço a tristeza nela, e fico triste. Mas eu amo essa canção.
“Rope Burn”?
Eu amo “Rope Burn.” Algumas pessoas me perguntam a respeito daquelas coisas sobre Sado-Masoquismo, e este é um assunto no qual eu toco em 'Discipline'. Eu acho que você leva as coisas até onde você quer que elas vão. Muitas pessoas curtem essa música de verdade. Alguns gostam muito, outras um pouco menos. Eu tive meus momentos. Alguns foram bem mais pesados que outros. Algumas vezes eu quero ser mais 'light'. E “Rope Burn” é sobre estar no meio termo disso tudo.
“When We Oooo”?
Eu amo essa música. Eu não a escuto desde que a gravei. Ela tem um groove delicioso.
Falando de “Would You Mind,” você já enfrentou alguma crítica a respeito da frase “Venha pra dentro de mim”?
Não. Mas eu disse isso bem mais de uma vez. Quero dizer, em meu álbum. Algumas vezes é falado ou sussurrado. Mas não, nunca tive problemas com isso e espero não ter. É tudo parte do amor. Eu acho que todos já estivemos lá em certo ponto, e eu sou bem aberta pra falar disso.
No álbum Damita Jo, há “Warmth” e “Moist.” Elas estão agrupadas como algum tipo de, hummmm, seção oral?
Sim. É porque minha vez vem logo depois da dele.
“Warmth” sempre me fez viajar, pois há uma parte na música onde parece que você estava cantando com algo na sua boca. Aquilo foi intencional, certo?
Sim, HAVIA algo na minha boca.
“Take Care”?
Ela tem um pouco de sensual, mas tem também algo de muito inocente. Eu amo essa parte. Os dois juntos. A dualidade.
E finalmente, voltando ao presente, há “Discipline.” É a única baby-making-song no novo álbum?
Eu coloquei apenas uma dessa vez. Eu gravei outra, mas não vou colocá-la. Talvez ela venha como bônus. Há uma outra canção que vem depois [da faixa-título]. Ela tem um clima sensual com certeza, poeticamente falando, ela pinta exatamente a figura do que eu faço no palco e leva isso pra dentro do quarto. Mas ela é mais rápida que “Discipline” e se chama “Curtains.”
Alguma opinião sobre a canção “Discipline” propriamente dita?
Alguém questionado sobre ser disciplinado, sobre ter controle, e deixar-se dominar completamente e mesmo assim ser disciplinado. Eu acho que há uma certa disciplina em deixar-se dominar. Eu não me importo em desempenhar qualquer dois dois papéis. Eu não me importo, como meus amigos dizem, em ser passiva e não ser sempre ativa. Eu acho interessante trocar. Eu adoro ser agradada, mas é legal trocar os papéis e ser mais submissa e ter alguém que te diga o que fazer.
Fonte: Vh1
Tradução e adaptação: Peterson (Comunidade JJ News)

Um comentário:
Valeu por traduzir,vocês são ótimos! ^^
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